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Novas UPAs em construção prometem fortalecer atendimento emergencial no DF

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O avanço das obras de duas novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Distrito Federal deve reforçar a estrutura de urgência e emergência da rede pública de saúde. As unidades estão sendo construídas nas regiões do Guará e de Águas Claras e fazem parte do plano de ampliação conduzido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).

No Guará, a construção já atingiu cerca de 90% da execução estrutural. As equipes atuam atualmente em serviços internos, como a conclusão da alvenaria, implantação das redes hidráulicas e elétricas e concretagem dos pisos. A engenheira responsável pela obra, Gisele Dias, afirma que o andamento segue conforme o cronograma previsto. “Neste momento, as equipes estão concentradas nas etapas internas da unidade. Depois disso, a obra seguirá para a fase de urbanização do entorno”, explica.

Em Águas Claras, o projeto também apresenta avanço expressivo. Aproximadamente 80% da estrutura já foi finalizada, e as frentes de trabalho seguem focadas na concretagem dos pisos e na instalação das redes hidráulica e elétrica. O engenheiro responsável pela obra, João Pereira, destaca que essas etapas são fundamentais para preparar a unidade para as fases seguintes da construção. “Agora estamos executando os serviços que vão permitir a instalação dos demais sistemas e o avanço para a etapa de acabamento”, afirma.

Quando estiverem concluídas, as duas unidades devem ampliar a capacidade de atendimento da rede pública do Distrito Federal. Cada UPA contará com 65 leitos, o que deve facilitar o acesso da população aos serviços de urgência e emergência e reduzir a necessidade de deslocamento para outras regiões em busca de atendimento.

De acordo com o gerente de Obras e Fiscalização do IgesDF, Matheus Martins, a ampliação da rede também deve ajudar a melhorar a organização do fluxo de pacientes no sistema de saúde. “Hoje, muitos pacientes acabam procurando diretamente os hospitais porque não encontram uma UPA próxima. Com novas unidades em funcionamento, teremos mais leitos e um atendimento mais distribuído, o que ajuda a reduzir o tempo de espera e melhorar o fluxo da rede”, explica.

A escolha dos locais onde as unidades estão sendo construídas levou em consideração a facilidade de acesso da população. No caso de Águas Claras, por exemplo, a UPA está situada próxima a pontos de transporte coletivo e a menos de 700 metros de uma estação de metrô, o que deve facilitar o deslocamento de pacientes de diferentes regiões.

O andamento das obras é acompanhado regularmente por equipes técnicas do IgesDF, que realizam visitas aos canteiros e medições periódicas para verificar a execução dos serviços. O superintendente de Engenharia e Arquitetura do instituto afirma que esse monitoramento é essencial para garantir transparência e qualidade nas construções. “Nenhum pagamento é liberado sem que a equipe técnica confirme que a etapa prevista foi executada corretamente. Esse acompanhamento garante que a obra avance dentro dos padrões estabelecidos”, ressalta.

As novas unidades também foram projetadas com recursos voltados à eficiência e à segurança operacional, incluindo sistemas de climatização, geradores de energia e usinas fotovoltaicas, que contribuem para reduzir o consumo de eletricidade e garantir o funcionamento das estruturas.

Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a ampliação da rede representa um avanço importante para o atendimento à população. “A entrega dessas novas unidades significa mais estrutura, mais agilidade e melhores condições de atendimento para quem precisa do sistema público de saúde no Distrito Federal”, afirma.

Atualmente, o Distrito Federal conta com 13 UPAs em funcionamento. Além das unidades em construção no Guará e em Águas Claras, outras cinco também estão sendo erguidas como parte do plano de expansão da rede. Cada nova unidade terá 65 leitos, sendo 33 destinados ao atendimento de adultos e 32 voltados ao público pediátrico. A expectativa é ampliar o acesso aos serviços de urgência e emergência e aliviar a demanda sobre os hospitais da rede pública.

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