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Investimentos em feiras públicas fortalecem comércio popular no DF

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As feiras públicas do Distrito Federal seguem como uma das principais redes de abastecimento, trabalho e convivência da capital e vêm recebendo um volume expressivo de investimentos nos últimos anos. Entre 2021 e 2025, o Governo do Distrito Federal executou 22 intervenções em feiras permanentes e centrais, com aporte total de aproximadamente R$ 56,3 milhões.

As ações abrangem desde a construção de uma nova feira no Riacho Fundo II até reformas, ampliações, modernizações e serviços contínuos de manutenção em unidades já existentes. Ao todo, 21 feiras tiveram melhorias concluídas, alcançando regiões como Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Gama, Guará, Samambaia, Taguatinga e Candangolândia, entre outras.

As obras integram o programa de construção e manutenção de feiras públicas e são executadas pela Novacap. Em cada unidade, os serviços foram definidos de acordo com as necessidades estruturais, incluindo pintura, recuperação de telhados, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, melhorias em banheiros e manutenção das áreas comuns.

Mesmo após intervenções mais amplas, as feiras seguem incluídas em contratos de manutenção periódica. Segundo a Novacap, o acompanhamento contínuo é fundamental para preservar as estruturas e garantir condições adequadas de funcionamento, considerando o fluxo diário de comerciantes e consumidores.

Além das melhorias já entregues, novos investimentos seguem em andamento. A Feira de Santa Maria está em construção, com investimento estimado em R$ 14 milhões. Outras unidades, como as feiras de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, P Norte e Taguatinga (QNL/QNJ), voltaram a receber serviços de manutenção. Também estão incluídos o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifruti de Planaltina e a Feira da Torre de TV, em um pacote de ações que soma cerca de R$ 14 milhões.

Para a Novacap, a política de manutenção permanente é estratégica para fortalecer a atividade econômica desses espaços. Segundo o chefe do Departamento de Projetos da companhia, Paulo César Bastos, a melhoria da infraestrutura impacta diretamente o movimento das feiras. “Quando o espaço está organizado e conservado, o comércio ganha força e o público se sente mais estimulado a frequentar”, afirma.

O planejamento do governo prevê ainda a ampliação da rede de feiras públicas. A construção da Feira do Paranoá está em fase de licitação, enquanto projetos para novas unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras seguem em desenvolvimento. Também há proposta para a reforma da Feira da Torre de TV, atualmente em etapa de estudos técnicos e orçamentários.

Frequentador assíduo da feira central de Ceilândia, o aposentado Elias José, de 66 anos, avalia que os investimentos refletem diretamente no cotidiano da população. “A feira faz parte da rotina da cidade. Quando está bem cuidada, melhora para quem vende e para quem compra. É um espaço que não pode ser deixado de lado”, afirma.

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