O Governo do Distrito Federal decidiu ampliar as medidas de prevenção contra a gripe aviária e manter ativa a estrutura de monitoramento sanitário na capital. A decisão foi oficializada nesta quarta-feira (13), após a publicação de um novo decreto que assegura a continuidade do estado de emergência zoossanitária no DF.
A norma, assinada pela governadora Celina Leão, atualiza as regras adotadas desde 2023 e estabelece que a situação de emergência permanecerá válida enquanto durar a determinação nacional do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para o enfrentamento da influenza aviária H5N1.
Com a medida, o governo local mantém ativa a rede de fiscalização e vigilância responsável por acompanhar possíveis ocorrências da doença, além de preservar mecanismos legais que permitem respostas mais rápidas em situações de risco sanitário.
O novo texto substitui o prazo anterior de 180 dias previsto no decreto original e acompanha a decisão do governo federal de estender a emergência zoossanitária em todo o país. Em março deste ano, o Mapa prorrogou por mais seis meses as ações nacionais de prevenção devido à circulação do vírus em diferentes regiões brasileiras.
A estratégia adotada pelo DF busca fortalecer o controle sanitário, ampliar o acompanhamento técnico e evitar impactos tanto na saúde animal quanto na saúde pública. Entre as ações previstas estão o monitoramento permanente, o reforço das equipes de inspeção e a preparação para atuação imediata em eventuais focos da doença.
Desde o início do alerta nacional para a influenza aviária, autoridades sanitárias intensificaram o acompanhamento de aves silvestres, propriedades rurais e pontos de circulação animal, seguindo protocolos preventivos definidos pelos órgãos federais de defesa agropecuária.


