Um novo grupo de 398 famílias do Distrito Federal foi selecionado para integrar o DF Social, programa de transferência de renda do governo local. Para ter acesso ao benefício, no valor de R$ 150 por mês, é necessário cumprir uma etapa obrigatória: a criação da conta social no Banco de Brasília (BRB), dentro do prazo estabelecido, que se encerra às 18h do dia 23.
A medida funciona como porta de entrada para o pagamento. Sem a abertura da conta digital vinculada ao programa, o valor não é disponibilizado. Quem não concluir o processo dentro do período definido perde a vaga nesta rodada e precisa aguardar futuras seleções.
Todo o procedimento é realizado pelo celular, por meio do aplicativo BRB Mobile. A conta exigida é diferente das contas bancárias tradicionais e só pode ser ativada por cidadãos previamente contemplados.
Por isso, a orientação é clara: antes de qualquer ação, é preciso confirmar a inclusão no programa. A consulta está disponível no site do GDF Social e requer apenas o CPF e a data de nascimento do responsável familiar, cadastrados no Cadastro Único. O retorno é imediato e informa se a família foi selecionada.
De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social, responsável pela gestão do DF Social, o processo de escolha ocorre automaticamente, com base em critérios como renda e situação cadastral. Têm prioridade famílias com renda por pessoa de até meio salário mínimo.
Com a conta ativa, os beneficiários passam a receber o pagamento regularmente. O depósito é feito pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, no período da noite.
Mais do que um auxílio financeiro, o DF Social integra a estratégia do governo de reduzir desigualdades e oferecer suporte direto a quem mais precisa, garantindo um reforço mínimo no orçamento de centenas de famílias do Distrito Federal.


