Quando Sofia Silva, de 12 anos, entrou no Centro Olímpico da Estrutural, ela vivia momentos de muita ansiedade. “Quando entrei aqui, eu tinha muita crise de ansiedade. E me ajudou muito. É ótimo estar aqui”, disse a jovem.
Ela é apenas uma das milhares de pessoas que frequentam os Centros Olímpicos e Paralímpicos (COPs) do Distrito Federal, que vão além do esporte e oferecem lazer, saúde e desenvolvimento social.
Nos últimos meses, sete unidades, Estrutural, São Sebastião, Planaltina, Sobradinho, Parque da Vaquejada (Ceilândia), Brazlândia e Setor O (Ceilândia), passaram por reformas e manutenções, com investimento médio de R$ 550 mil por centro. Pintura, manutenção de pisos e alambrados, além de reformas em vestiários e guaritas, foram realizadas para garantir espaços adequados e seguros.
“O compromisso é fortalecer a infraestrutura esportiva do Distrito Federal, ampliando o acesso e incentivando a prática esportiva”, afirmou Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer.
Na Estrutural, que atende 2,2 mil alunos, a troca do piso do ginásio poliesportivo foi uma das melhorias mais visíveis. “Foi maravilhoso, porque o piso estava muito desgastado e as crianças estavam tropeçando muito”, disse Mirian Lemos, diretora da unidade.
Os alunos comemoram as mudanças. Ana Clara Silva, 13 anos, afirmou: “Está bem bonito e a gente não se machuca”. Ruth Evangelista, 10, completou: “Dá para ver que as pessoas tiveram muito cuidado, tudo bem limpo e organizado”. Moisés Souza, 13, avaliou: “Gostei muito da reforma. Está aprovada”. Thalles Gonçalves, 12, disse que o novo piso até ajudou em sua habilidade nos esportes: “[Estou] igual ao Cristiano Ronaldo já”.
O Distrito Federal possui 12 Centros Olímpicos e Paralímpicos, que oferecem 32 modalidades, do futebol à bocha, incluindo atletismo, natação e judô.
Além das reformas já concluídas, todas as unidades passam por manutenção preventiva e corretiva em sistemas elétricos e hidráulicos, com investimento total de R$ 900 mil. Também estão sendo realizadas pinturas nos blocos administrativos e vestiários de Planaltina, Sobradinho e Brazlândia, e reparos em revestimentos de lava-pés e áreas de piscina nos COPs da Estrutural, Parque da Vaquejada, Setor O e Samambaia. O investimento médio é de R$ 300 mil para pintura e R$ 200 mil para reparos de piso.
Com as intervenções, os Centros Olímpicos e Paralímpicos do DF garantem espaços modernos, seguros e acolhedores, promovendo esporte, saúde e inclusão social para jovens e adultos de todas as regiões administrativas.


